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Martim Afonso de Souza


"A quantos essa minha carta de poder virem faço saber que eu a envio ora a Martim Afonso de Souza do meu conselho por capitão-mor da armada que envio à terra do Brasil e assim de todas as terras que ele achar e descobrir (...) aos capitães da dita armada, e fidalgos, cavaleiros, escudeiros, gente de armas, pilotos, mestres, mareantes e todas as outras pessoas que haja ao dito Martim Afonso de Souza por capitão-mor da dita armada e terras e lhe obedeçam em tudo e por tudo o que lhes mandar."


Esta carta foi despachada pelo rei de Portugal, dom João 3o, em 20 de novembro de 1530, concedendo jurisdição a Martim Afonso de Souza sobre todos os integrantes de sua armada e todos os habitantes do Brasil.


Martim Afonso de Souza pertencia a uma família nobre. Vivendo na corte, foi nomeado pajem do duque de Bragança e, posteriormente, do infante dom João, futuro rei de Portugal. Em 1521, foi para Castela, acompanhando a corte de dona Leonor, viúva do rei dom Manuel.


Em Salamanca, Martim Afonso casou-se com dona Ana Pimentel, uma nobre de Castela.


Depois que dom João 3o subiu ao trono, Martim Afonso de Souza recebeu o comando da primeira expedição colonizadora do território brasileiro. No dia 3 de dezembro de 1530, a expedição de Martim Afonso de Souza partiu para o Brasil. Embarcaram no total 400 homens em cinco navios, com a missão de promover a defesa, o reconhecimento e a exploração da costa brasileira.


No dia 30 de abril de 1531, Martim Afonso de Souza, depois de deixar alguns homens na costa de Pernambuco, navegou até a baía da Guanabara e seguiu em direção ao Rio da Prata. Voltou a subir a costa brasileira e aportou em São Vicente.


No dia 22 de janeiro de 1532, São Vicente tornou-se oficialmente a primeira vila fundada na colônia. Mais tarde, quando o território brasileiro foi dividido em capitanias hereditárias, Martim Afonso de Souza recebeu a capitania de São Vicente e a do Rio de Janeiro.


Martim Afonso de Souza retornou a Portugal em 1533. No ano seguinte, foi nomeado capitão-mor do mar das Índias, para defender as feitorias portuguesas dos ataques corsários e ocupações estrangeiras. Liderou com sucesso diversas operações militares, entre as quais a expulsão do rajá de Calicute e a ocupação da ilha de Repelina.

Em 1542, Martim Afonso de Souza foi nomeado vice-rei das Índias. Retornou a Portugal provavelmente em 1545. Segundo alguns historiadores, assumiu um lugar no conselho de Estado, mas, segundo outros, afastou-se da vida pública sob acusação de enriquecimento ilícito.


Martim Afonso de Souza morreu em Lisboa, em 1571, e foi sepultado no Convento de São Francisco. A seu filho - Pero Lopes de Souza - foi designada por herança a capitania de São Vicente.

 

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