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Epitácio Pessoa


Político paraibano (1865-1942). Presidente da República entre julho de 1919 e novembro de 1922.

 

Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (23/5/1865-13/2/1942) nasce em Umbuzeiro e aos 7 anos perde os pais, vítimas de varíola. Descendente de grandes proprietários rurais pernambucanos, é educado pelo tio materno, Henrique Pereira de Lucena, na época governador de Pernambuco. Estuda no internato Ginásio Pernambucano, onde termina o curso secundário. Forma-se advogado na Faculdade de Direito do Recife, em 1887, e um mês depois é nomeado promotor público na cidade de Bom Jardim. Em 1890 é eleito deputado constituinte. Torna-se ministro da Justiça no governo Campos Sales, em 1898, e ministro do Supremo Tribunal Federal, em 1902. Como ministro da Justiça, impulsiona o projeto de redação do Código Civil, confiado a Clóvis Beviláqua, além de coordenar a chamada "política dos governadores", que regulamente a aprovação dos mandatos de deputados e senadores. Em 1919 chega à Presidência da República. Seu governo é marcado por crises sociais e políticas que antecipam o fim da República Velha. Entre elas estão a greve geral dos operários em São Paulo, em 1920, e a Revolta do Forte de Copacabana, em 1922. Após deixar o poder, assume o cargo de juiz na Corte Internacional de Justiça, em Haia, na Holanda (Países Baixos), onde fica até 1930, ano da revolução que acaba com a República Velha. O estopim do movimento é o assassinato, na Paraíba, de seu sobrinho João Pessoa, candidato à Vice-Presidência na chapa de Getúlio Vargas. Morre no Rio de Janeiro.

 

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