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Floriano Peixoto


Militar e estadista alagoano (1839-1895). Segundo presidente do Brasil, é responsável pela consolidação do regime republicano.

 

Floriano Vieira Peixoto (30/4/1839-29/6/1895) nasce em Maceió, filho de lavradores pobres, e é criado pelo tio e padrinho, o coronel José Vieira de Araújo Peixoto. Cursa o primário em Maceió e a Escola Militar no Rio de Janeiro, para onde é mandado aos 16 anos. Revela distinção e bravura no Exército, especialmente na Guerra do Paraguai, da qual participa até o desfecho, em Cerro Corá, trazendo como lembrança a manta do cavalo de Solano López. É ajudante-general-de-campo, segundo posto abaixo do ministro do Exército, o visconde de Ouro Preto, quando eclode o movimento republicano em 1889. Recusa-se a fazer parte da conspiração, mas também não se dispõe a combater as tropas republicanas rebeladas. Com a proclamação da República, ocupa o Ministério da Guerra, em 1890, e é eleito vice-presidente de Deodoro da Fonseca no ano seguinte. Com a renúncia de Fonseca, assume a Presidência e governa com mão de ferro até o final do mandato, em 1894. Vence um período conturbado por movimentos rebeldes, entre eles a Revolta da Armada e a Revolução Federalista, que têm como objetivo destituí-lo do poder. Em sua homenagem, o governador catarinense Hercílio Luz decreta a mudança de nome da capital, de Desterro para Florianópolis, em 1º/10/1894. Retira-se da vida pública assim que deixa o cargo de presidente. Morre em Divisa, hoje distrito de Floriano, no município de Barra Mansa, Rio de Janeiro.

 

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